Um dia a gente cresce...
Conforme o tempo passa e a gente cresce, percebemos que as histórias que nossos pais nos contavam antes de dormirmos só eram contos, nada mais que isso. Contos só pra nos intreter, pra nos fazer sonhar. E que esses sonhos eram só sonhos, e que o buraco é bem mais profundo. Nunca tudo é perfeito, as pessoas sempre mudam, muitas vezes nossos sonhos não se realizam e nem sempre temos o famoso final feliz dos contos.Só que mesmo assim, nunca deixamos de nos levar por aqueles pensamentos e desejos mais loucos, por todas aquelas fantasias surreais. Dentro de cada um permanece o desejo insatisfeito e a esperança viva de que o improvável aconteça. Um mínimo de esperança SEMPRE existe. E algumas vezes acontece. Enquanto meus sonhos não se realizam, minhas crenças não são confirmadas e minha história segue o seu caminho, continuo a espera de um final feliz.
domingo, 22 de agosto de 2010
Um dia agente cresce
Um dia nos tornamos adultos – quem sabe responsáveis – e nossa preocupação deixa de ser o que pedir de natal para os nossos pais, os mesmos que sempre nos alertaram para não implorar tanto para crescer. Ah se soubessemos que felicidade de mandar no nosso próprio nariz vinha junto com tantas perguntas, tantos problemas, tanta dor de cabeça, tantas incertezas…
Incertezas essas que são a causa de perguntas, problemas e dor de cabeça. Se com cinco anos a dúvida cruel entre brincar ou ver televisão já nos maltratava, imagina quando mexe com sentimentos difíceis de explicar.
É complicado definir o amor, o carinho, o desejo, a carência…é difícil quando você não tem, pior ainda quando tem.
Como explicar o que sentimos se não sabemos ao menos do que se trata? Você acha que é paixão e no fundo é tesão. Você acha que não se apegou, mas não pára de pensar na pessoa. Você acha que está bem sozinho, mas deseja todas as noites ter alguém para dar um beijo de boa noite.
Quando nós somos crianças parece tão simples amar, gostar. Um beijo é inocente, um eu te amo não traz compromisso; e quando você cresce tem medo que um simples flerte se torne um romance.
Buscamos e fugimos de compromissos o tempo todo. Nunca está bom. Se estamos com alguém, nos sentimos sufocamos, ou até mesmo sufocamos. Se estamos sozinhos, prometemos mudar e deixar de nos envolver para não mais sofrer. Qual o meio termo? Não é possível apenas viver sem culpa, deixar a paixão acontecer, o tesão aparecer, o desejo envolver e a carência desaparecer?
Temos medo de começar um romance, e até mesmo pensamos na possibilidade de nos tornar perfeitos malandros na arte de amar. Que me amem todos e eu não amarei nenhum.
Maltratamos quem se importa com a gente, para depois implorar pela atenção de quem só deseja nossa carne. O difícil é mais interessante, o desafio de fazer uma pessoa gostar da gente é mais prazeroso.
Depois nos arrependemos e ficamos sem nada.
Ah se arrependimento matasse. Hoje estamos soltos na noite, demonstrando total segurança para os paqueras em potencial, e total insegurança para os mais chegados. Os amigos sabem que você sofre de uma doença com a mais difícil e prazerosa cura – o amor.
Queremos nos mostrar livres e independentes; romance só nos livros, amores mexicanos e se um vai logo aparecem oito. No fundo sabemos que não é verdade e nos apegamos ao primeiro que nos abre os braços.
A primeira ligação se torna um pedido informal de casamento e ao mesmo tempo que você vibra por ter essa oportunidade, você chora de medo de se envolver, correr o risco e talvez sofrer uma desilusão.
Adoramos sofrer por antecedência – “não posso me apaixonar” “ele(a) não presta” “só quer me comer/dar” “não é a pessoa certa”
Daí surgem as típicas frases de status de redes sociais e conversas instantâneas – “eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também” “eu quero mais é beijar na boca e ser feliz daqui pra frente” “não quer tem quem queira” “eu prometo te dar carinho, mas gosto de ser sozinho” – elas aparecem aos montes para provar que podemos viver sozinhos, que estamos bem assim e não queremos compromisso. É o século do liberal. Vamos sair com todos e não ficar com ninguém.
E onde fica o “é impossível ser feliz sozinho”?. Sabemos que atrás daquele discurso de independência existe uma pessoa carente que só quer amar e ser amada, mas que morre de vergonha de demonstrar isso justamente porque os outros irão julgar. Mas julgar o que se todos estão no mesmo barco?
Mas seria o fim do romance ou apenas medo?
Temos medo de sofrer, medo que não dê certo, medo que não aprovem. O problema é justamente que enquanto vivemos esse medo, não estamos amando e curtindo os prazeres de um relacionamento. E enquanto não nos entregamos de corpo e alma a estes sentimentos, somos o tipo que julga, recrimina e despreza os apaixonados. Enquanto não tentamos, não nos permitimos o direito de arriscar e talvez errar, não seremos completos e nem saberemos explicar o que é a paixão
Incertezas essas que são a causa de perguntas, problemas e dor de cabeça. Se com cinco anos a dúvida cruel entre brincar ou ver televisão já nos maltratava, imagina quando mexe com sentimentos difíceis de explicar.
É complicado definir o amor, o carinho, o desejo, a carência…é difícil quando você não tem, pior ainda quando tem.
Como explicar o que sentimos se não sabemos ao menos do que se trata? Você acha que é paixão e no fundo é tesão. Você acha que não se apegou, mas não pára de pensar na pessoa. Você acha que está bem sozinho, mas deseja todas as noites ter alguém para dar um beijo de boa noite.
Quando nós somos crianças parece tão simples amar, gostar. Um beijo é inocente, um eu te amo não traz compromisso; e quando você cresce tem medo que um simples flerte se torne um romance.
Buscamos e fugimos de compromissos o tempo todo. Nunca está bom. Se estamos com alguém, nos sentimos sufocamos, ou até mesmo sufocamos. Se estamos sozinhos, prometemos mudar e deixar de nos envolver para não mais sofrer. Qual o meio termo? Não é possível apenas viver sem culpa, deixar a paixão acontecer, o tesão aparecer, o desejo envolver e a carência desaparecer?
Temos medo de começar um romance, e até mesmo pensamos na possibilidade de nos tornar perfeitos malandros na arte de amar. Que me amem todos e eu não amarei nenhum.
Maltratamos quem se importa com a gente, para depois implorar pela atenção de quem só deseja nossa carne. O difícil é mais interessante, o desafio de fazer uma pessoa gostar da gente é mais prazeroso.
Depois nos arrependemos e ficamos sem nada.
Ah se arrependimento matasse. Hoje estamos soltos na noite, demonstrando total segurança para os paqueras em potencial, e total insegurança para os mais chegados. Os amigos sabem que você sofre de uma doença com a mais difícil e prazerosa cura – o amor.
Queremos nos mostrar livres e independentes; romance só nos livros, amores mexicanos e se um vai logo aparecem oito. No fundo sabemos que não é verdade e nos apegamos ao primeiro que nos abre os braços.
A primeira ligação se torna um pedido informal de casamento e ao mesmo tempo que você vibra por ter essa oportunidade, você chora de medo de se envolver, correr o risco e talvez sofrer uma desilusão.
Adoramos sofrer por antecedência – “não posso me apaixonar” “ele(a) não presta” “só quer me comer/dar” “não é a pessoa certa”
Daí surgem as típicas frases de status de redes sociais e conversas instantâneas – “eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também” “eu quero mais é beijar na boca e ser feliz daqui pra frente” “não quer tem quem queira” “eu prometo te dar carinho, mas gosto de ser sozinho” – elas aparecem aos montes para provar que podemos viver sozinhos, que estamos bem assim e não queremos compromisso. É o século do liberal. Vamos sair com todos e não ficar com ninguém.
E onde fica o “é impossível ser feliz sozinho”?. Sabemos que atrás daquele discurso de independência existe uma pessoa carente que só quer amar e ser amada, mas que morre de vergonha de demonstrar isso justamente porque os outros irão julgar. Mas julgar o que se todos estão no mesmo barco?
Mas seria o fim do romance ou apenas medo?
Temos medo de sofrer, medo que não dê certo, medo que não aprovem. O problema é justamente que enquanto vivemos esse medo, não estamos amando e curtindo os prazeres de um relacionamento. E enquanto não nos entregamos de corpo e alma a estes sentimentos, somos o tipo que julga, recrimina e despreza os apaixonados. Enquanto não tentamos, não nos permitimos o direito de arriscar e talvez errar, não seremos completos e nem saberemos explicar o que é a paixão
Aprendi
Aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam...
William Shakespeare
William Shakespeare
Depois de algum tempo
Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, contudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto... plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!"
William Shakespeare
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, contudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto... plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!"
William Shakespeare
Eu aprendi...
...que ignorar os fatos não os altera;
Eu aprendi...
...que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;
Eu aprendi...
...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;
Eu aprendi...
...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;
Eu aprendi...
...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;
Eu aprendi...
...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.
Eu aprendi...
...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;
Eu aprendi...
...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;
Eu aprendi...
...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.
(Boa noite , Amor )
William Shakespeare
Eu aprendi...
...que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;
Eu aprendi...
...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;
Eu aprendi...
...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;
Eu aprendi...
...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;
Eu aprendi...
...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.
Eu aprendi...
...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;
Eu aprendi...
...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;
Eu aprendi...
...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.
(Boa noite , Amor )
William Shakespeare
Meninices
Ela gosta de sentar a noite no telhado, sozinha, e conversar com as estrelas, ela realmente conversa com as estrelas...
Gosta da sensação fria do chão nas suas costas, e de vez em quando a encontramos deitada no chão da cozinha a cantarolar músicas sem ritmo...
Ela dá saltos sem sair do lugar, e andou durante um tempo sentindo-se amputada pois não podia saltar...
Ela adora pronunciar palavras novas no seu dicionário, as soletra silaba a silaba, e o seu rosto desenha um enorme sorriso no final...
Ela as vezes acorda no meio do noite assustada, tem sempre um sonho onde é perseguida por uma maldade invisível e não consegue orar o "Pai nosso", acorda sempre na hora que grita o nome de Deus...
Falando em sonhos...o seu primeiro beijo foi a sonhar...em uma noite de verão quando tinha 12 anos sonhou com um rapaz que nunca viu na vida, a única coisa que lembra dele é que era mais velho que Ela...acordou pela manhã com o gosto da boca de outra pessoa...
Ela chora...de tristeza, de felicidade, de emoção...não se envergonha disso, e verte lágrimas em qualquer lugar desde que lhe de vontade...
As vezes ela imagina como seria interessante mudar para outro lugar e inventar uma nova identidade, Ela criou uma personalidade e um nome para este seu novo eu...um dia Ela ainda vai por o seu plano em prática...
Ela ouve "Jorge Regula" dos The moldy peaches mil vezes seguidas, seu maior sonho é criar uma máquina do tempo para poder voltar aos anos 80, Ela tem a mania que essa foi a melhor década de todas as décadas...
Ela namora com o Mar...Ela literalmente namora com o Mar...
Adora ver filmes com o Casey Affleck, acha que ele tem uma voz sensual...Ela chorou durante uma semana quando o Heath Ledger faleceu...Ela não aceita bem o conceito da "morte"...
Lê todos os dias as cronicas da Tati Bernardi, Ela escreve cartas para a Tati a falar sobre como se identifica com ela, mas nunca envia porque acha que deve receber cartas dessas todos os dias...
Ela viu "Big" centenas de vezes, e toda vez que lembra da cena do piano morre de rir sozinha e saltita no chão a cantarolar a tal musiquinha...
Tem montes de amigas, e é capaz de matar por todas elas, mas morre um pouquinho cada vez que uma delas a decepciona, Ela é capaz de dar a própria vida por aqueles que ama...
Ela sente-se sozinha pelo menos uma vez por dia, e pelo menos uma vez por dia Ela pensa em suicídio, mas Ela jamais seria capaz de o fazer, ama demais a vida para morrer...
Acompanha várias séries americanas, e chora oceanos de lágrimas cada vez que uma delas chega ao fim...
Ela tem certeza que é completamente louca, simplesmente adora ser assim...
Nunca entendeu porque o Woody Allen é tão aclamado, o acha um egocêntrico chato, e tem um sonho secreto de dar um chute no saco dele...
Odeia meninas que a olham com cara de nojo quando sai a noite, é incapaz de ir para um bar sem saltos altos, rimel e lápis preto nos olhos, como diz a Tati Bernardi "Balada é guerra", Ela nunca sai desarmada...
Ela tem uma sensualidade única, quando está interessada num Carinha, faz o que ela chama de "olhar de psicopata", e geralmente funciona...Mas quando esta apaixonada fica com cara de tonta e perde o controle da situação...
Ela sonha secretamente com um Príncipe encantado, e odeia isso, odeia o facto de ser frágil e precisar de "um amor pra vida inteira", Ela queria ser tão fria como uma vilã de novela, ah Ela queria matar a mocinha no final, mas depois Ela lembra que até as vilãs precisam de amor, solta um "bah..." enorme e continua a andar na estrada dos corações dilacerados...
Tem uma mania de vomitar tudo o que aparece na sua mente, e por vezes gostava de ser mais moderada, neste momento esta muito envergonhada por ter mandado mensagens sobre o efeito de muita tequila e muita raiva passageira, Ela criou o lema "Se beber não toque no telefone"...
Ela é um furacão, mas no fundo é só uma menininha louca, que ainda não descobriu o seu lugar no mundo...
Gosta da sensação fria do chão nas suas costas, e de vez em quando a encontramos deitada no chão da cozinha a cantarolar músicas sem ritmo...
Ela dá saltos sem sair do lugar, e andou durante um tempo sentindo-se amputada pois não podia saltar...
Ela adora pronunciar palavras novas no seu dicionário, as soletra silaba a silaba, e o seu rosto desenha um enorme sorriso no final...
Ela as vezes acorda no meio do noite assustada, tem sempre um sonho onde é perseguida por uma maldade invisível e não consegue orar o "Pai nosso", acorda sempre na hora que grita o nome de Deus...
Falando em sonhos...o seu primeiro beijo foi a sonhar...em uma noite de verão quando tinha 12 anos sonhou com um rapaz que nunca viu na vida, a única coisa que lembra dele é que era mais velho que Ela...acordou pela manhã com o gosto da boca de outra pessoa...
Ela chora...de tristeza, de felicidade, de emoção...não se envergonha disso, e verte lágrimas em qualquer lugar desde que lhe de vontade...
As vezes ela imagina como seria interessante mudar para outro lugar e inventar uma nova identidade, Ela criou uma personalidade e um nome para este seu novo eu...um dia Ela ainda vai por o seu plano em prática...
Ela ouve "Jorge Regula" dos The moldy peaches mil vezes seguidas, seu maior sonho é criar uma máquina do tempo para poder voltar aos anos 80, Ela tem a mania que essa foi a melhor década de todas as décadas...
Ela namora com o Mar...Ela literalmente namora com o Mar...
Adora ver filmes com o Casey Affleck, acha que ele tem uma voz sensual...Ela chorou durante uma semana quando o Heath Ledger faleceu...Ela não aceita bem o conceito da "morte"...
Lê todos os dias as cronicas da Tati Bernardi, Ela escreve cartas para a Tati a falar sobre como se identifica com ela, mas nunca envia porque acha que deve receber cartas dessas todos os dias...
Ela viu "Big" centenas de vezes, e toda vez que lembra da cena do piano morre de rir sozinha e saltita no chão a cantarolar a tal musiquinha...
Tem montes de amigas, e é capaz de matar por todas elas, mas morre um pouquinho cada vez que uma delas a decepciona, Ela é capaz de dar a própria vida por aqueles que ama...
Ela sente-se sozinha pelo menos uma vez por dia, e pelo menos uma vez por dia Ela pensa em suicídio, mas Ela jamais seria capaz de o fazer, ama demais a vida para morrer...
Acompanha várias séries americanas, e chora oceanos de lágrimas cada vez que uma delas chega ao fim...
Ela tem certeza que é completamente louca, simplesmente adora ser assim...
Nunca entendeu porque o Woody Allen é tão aclamado, o acha um egocêntrico chato, e tem um sonho secreto de dar um chute no saco dele...
Odeia meninas que a olham com cara de nojo quando sai a noite, é incapaz de ir para um bar sem saltos altos, rimel e lápis preto nos olhos, como diz a Tati Bernardi "Balada é guerra", Ela nunca sai desarmada...
Ela tem uma sensualidade única, quando está interessada num Carinha, faz o que ela chama de "olhar de psicopata", e geralmente funciona...Mas quando esta apaixonada fica com cara de tonta e perde o controle da situação...
Ela sonha secretamente com um Príncipe encantado, e odeia isso, odeia o facto de ser frágil e precisar de "um amor pra vida inteira", Ela queria ser tão fria como uma vilã de novela, ah Ela queria matar a mocinha no final, mas depois Ela lembra que até as vilãs precisam de amor, solta um "bah..." enorme e continua a andar na estrada dos corações dilacerados...
Tem uma mania de vomitar tudo o que aparece na sua mente, e por vezes gostava de ser mais moderada, neste momento esta muito envergonhada por ter mandado mensagens sobre o efeito de muita tequila e muita raiva passageira, Ela criou o lema "Se beber não toque no telefone"...
Ela é um furacão, mas no fundo é só uma menininha louca, que ainda não descobriu o seu lugar no mundo...
Kd meus amigos
AMIGOS CADÊ VOCÊS?
Hoje acordei com aquela alegria do amanhecer
Mesclada nas tristezas de minhas memórias.
Lembrei de todas as amizades que fiz
Dos amigos de infância, namoros dos tempos de colégio Brincadeiras, traquinagens de meninos
E das bobagens que uns, contavam aos outros.
Lembrei dos amigos da faculdade
Que saudade de tudo... Que saudade de todos!
De repente, a tristeza acercou-me os olhos
Brotando em lágrimas, deparei-me ilhado
Na vontade de vê-los na vontade de tê-los!
Amigos que tanto abracei... Que tanto doei
E que tanto... Muito mais que tanto
Ofertaram-me!
Que pena! Não estão mais comigo
Partiram... Deixaram no meu peito apertado
Imenso vazio!
Hoje, ao acordar, senti-me num rio morto
Sufocado como peixe, em rio de leito raso
Ainda que, em mim, lágrimas jorrassem...
Lágrimas e mais lágrimas, nascidas
Nas fontes das minhas saudades!
Hoje acordei com aquela alegria do amanhecer
Mesclada nas tristezas de minhas memórias.
Lembrei de todas as amizades que fiz
Dos amigos de infância, namoros dos tempos de colégio Brincadeiras, traquinagens de meninos
E das bobagens que uns, contavam aos outros.
Lembrei dos amigos da faculdade
Que saudade de tudo... Que saudade de todos!
De repente, a tristeza acercou-me os olhos
Brotando em lágrimas, deparei-me ilhado
Na vontade de vê-los na vontade de tê-los!
Amigos que tanto abracei... Que tanto doei
E que tanto... Muito mais que tanto
Ofertaram-me!
Que pena! Não estão mais comigo
Partiram... Deixaram no meu peito apertado
Imenso vazio!
Hoje, ao acordar, senti-me num rio morto
Sufocado como peixe, em rio de leito raso
Ainda que, em mim, lágrimas jorrassem...
Lágrimas e mais lágrimas, nascidas
Nas fontes das minhas saudades!
Assinar:
Comentários (Atom)

